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terça-feira, 1 de abril de 2014

+RP começa hoje na Unibrasil

O que acontece quando juntamos 4 grandes profissionais da comunicação e vários alunos de relações públicas em um único evento? Muita troca de informação, novidades do mercado e troca de experiências. É assim que vai ser o +RP, evento organizado pelos alunos do 3° período de Relações Públicas da Unibrasil. 
No primeiro dia, o tema é Eventos, Cerimonial e Protocolo, para isso, convidamos as relações públicas Flávia Chu (Amigos do HC) e Nicolle Rodrigues (UFPR) para um bate-papo com os acadêmicos. Já na quarta-feira, dois temas importantes para a comunicação serão abordados: Media Training, que será apresentado pela jornalista Adriane Werner, e Comunicação Interna, pelo Marcelo Schena, da Case New Holland.

A entrada é aberta a todos que têm vontade de conhecer um pouco mais sobre a profissão de relações públicas!



Serviço:
+RP
Quando? - 01 e 02 de abril, às 19h
Onde? - Auditório do bloco 5 - Unibrasil
Como? - Entrada franca

quinta-feira, 14 de março de 2013

Marcelo Schena, relações públicas com experiência em Comunicação Interna , fala da importância do estágio para a carreira de um profissional


Já trouxemos várias matérias falando da importância e citando exemplos de universitários que estão no mercado de trabalho através de estágio. Hoje apresentamos a entrevista com Marcelo Schena a dar seu testemunho de como foi seu estágio, ele ainda dá algumas dicas de como devemos nos comportar na fase do estágio.

Blog RP:Como foi sua escolha pelo curso, e onde cursou RP?

Marcelo Schena: Acho que sempre gostei de conversar, desde pequeno. Não que tenha sido um bebê chorão, mas comunicar é algo que trago desde muito novo. Além disso, sou curioso, gosto dos porquês. Assim, fui crescendo e quando chegou a hora de escolher, pensava em trabalhar com comunicação. Namorei o jornalismo, por achar bacana trazer uma verdade, depois pela publicidade, pelo ego de criar e vender, mas casei com as relações públicas, por aliar o informar, do jornalista, com o formar do publicitário, e atingir outro nível de comunicação: o transformar. Transformar pessoas, projetos, culturas, empresas. Vejo RP, dentro de uma empresa como uma ferramenta de gestão.
Ah, estudei RP na UFPR.

Blog RP: Qual a importância que você vê em um estudante de comunicação fazer estágio?

Marcelo Schena: Não só para o RP, mas para todo acadêmico fazer estágio é essencial, na medida que o aproxima do seu campo de atuação. A academia traz a base teórica, que por vezes não reflete a necessidade do mercado. Por isso, é importante ir a campo. Entender como as atividades são realizadas, porque dá certo ou não, quais são as diferentes funções da área. O estágio é a chance de você experimentar, de descobrir a profissão e se descobrir dentro dela.
Mais ainda, o estágio é a via de acesso direta para o mercado. É a primeira linha do seu currículo. Ao final do curso todos estão formados, e o que mais você oferece?
Outro ponto é que no estágio o futuro profissional já começa a construir a sua rede de relacionamentos, desta forma, vale ficar atento para a reputação que você está gerando desde esse momento. Muitos dos meus contatos pessoais e profissionais que tenho hoje foram feitos no período de estágio.

Blog RP: Quando universitário, você participou de algum estágio? Se sim, em qual área você estagiou e qual a importância que teve para sua carreira?

Marcelo Schena: Desde o primeiro ano busquei estágio, tinha uma vontade muito grande de entender o que faz o RP. Inicialmente o que consegui foi uma monitoria na Agência Experimental de RP da UFPR. Neste período fiz um trabalho que me permitiu saber mais sobre a profissão, tive que cadastrar todos os relatórios de conclusão de curso de RP até aquele momento. Como não havia classificação alguma, tive que ler e criar categorias: RP hospitalar, RP institucional, assessoria de imprensa, pesquisa de comunicação, implantação de certificação, veículos internos... Foi algo trabalhoso, na época não percebi, mas hoje vejo o quanto foi importante para eu me achar na profissão.
No segundo ano fiz estágio em uma empresa de clipping eletrônico, lia até 18 jornais por madrugada. Na época serviu para estar mais perto do mercado, mas que a médio e longo prazo não agregou muito. Aqui vale outra reflexão: mais do que estar fazendo estágio, vale procurar um ambiente que acrescente algo para você como profissional.

Existem estágios que limitam e outros que permitem evolução. É certo que você como estagiário não fará um plano de comunicação, mas pode, mesmo fazendo atividades operacionais estar próximo de um profissional que esteja fazendo isso.

Por fim entrei em uma agência de RP mesmo e nesta caminhada encontrei um lugar que me permitiu testar e desenvolver as minhas potencialidades, como a agência era pequena comecei a escrever, diagramar, trabalhar em eventos, assessoria de imprensa, visita à fábrica... Mas lembro que comecei passando fax, algo que nem existe hoje (rs). O bom que pude perceber que mesmo sendo algo simples era relevante para a empresa e estava dentro de um contexto maior.
Nesta empresa fiquei dois anos como estagiário, com a promessa, que se cumpriu, de ser contratado ao me formar.  

Blog RP: E para aqueles que estão em busca do estágio, ou já ingressaram, você tem alguma dica de como se comportar no estágio?

Marcelo Schena: Já fui estagiário, tive e tenho estagiários no meu processo de trabalho. A dica que posso dar é ser curioso, pró ativo, educado (não é brincadeira) e não gostar de ficar parado. Se está com poucas atividades, pergunte se tem algo que possa fazer para ajudar. Além de demostrar interesse, reforça comprometimento. Ser observador e saber ouvir ajuda, afinal, um dos ganhos do estágio é estar próximo de profissionais mais experientes, assim você pode espelhar as suas atitudes. Perceba que o que indiquei são características comportamentais, não minha opinião é isso que mais conta em um estágio. Profissionalmente somos avaliados essencialmente em duas esferas: comportamental e técnica. No estágio o que se espera são características positivas comportamentais, já que a técnica é algo que ela vai adquirir. Então se você não sabe, não tenha medo de fazer estágio, tenha atitude.


Jociane Richter, 5° período - Relações Públicas

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Muita emoção com Flávia Cintra e Mirela Prosdócimo

Emocionante, essa é a palavra que expressa a experiência que alunos, professores e colaboradores da Unibrasil sentiu ontem.

Na sexta-feira divulguei a palestra com Flávia Cintra e Mirela Prosdócimo com o tema "A pessoa com deficiência na mídia". Flávia é jornalista do Fantástico e foi consultora do autor Manoel Carlos na novela "Viver a Vida", na qual a personagem Luciana (Aline Moraes) ficou tetraplégica após um acidente. Ela contou como é sua vida como repórter e deu dicas para um bom texto jornalístico.
Além disso, Flávia lançou no evento o livro "Maria de Rodas: Delícias e desafios na maternidade de mulheres cadeirantes" com uma bela noite de autógrafos.

Mirela é uma das idealizadoras da campanha "Essa vaga não é sua nem por um minuto".
De acordo com Mirela, a campanha surgiu no começo de 2011 após uma situação vivida por ela, em que uma mulher estacionou o carro na vaga de deficientes no supermercado alegando que era apenas por um minuto. A campanha, feita em parceria com a Agência Getz, teve baixo custo e um excelente retorno, pois caiu nas graças das redes sociais.

Depois de uma verdadeira aula e muitas risadas, o evento não poderia acabar de outra maneira: todos do auditório em pé com um caloroso aplauso!


                                              Carol Pineli (coordenadora de RP) e Flávia Cintra

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Falta pouco para o curso de Eventos, não perca a oportunidade!

Olá!

Agora em junho, o curso de RP da Unibrasil vai ofertar o curso de extensão "Produção, Organização e Gestão de Eventos" com o produtor do Lupaluna, Jonathan Linhares.

As aulas acontecerão durante 3 sábados: 16, 23 e 30.

Vale à pena conferir! Nesse curso, Jonathan Linhares vai apresentar as novas tendências dos eventos e explicar como foi a produção do Lupaluna, maior festival de música do Paraná!

Você pode fazer sua inscrição na coordenação da Pós-graduação da Unibrasil (Bloco 1) e parcelar em até 3 vezes ;)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Relações Públicas no vestibular de inverno da Unibrasil

Por: Priscila Razzotto


A Unibrasil abrirá vagas no vestibular de inverno para o curso de Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas. As inscrições já estão abertas e se encerram no dia 1º de junho. As provas acontecerão no dia 03 de junho e os candidatos aprovados ingressarão no curso no segundo semestre deste ano.

O curso oferece uma grade diversificada  aulas práticas e teóricas com o objetivo de formar um profissional pronto para atuar no mercado de trabalho. Dentre as áreas, o Relações Públicas pode atuar não só na organização de eventos, mas na assessoria de imprensa, comunicação interna e externa, campanhas institucionais, responsabilidade social, mídia training, gerenciamento de crise e planejamento estratégico da organização.

A instituição disponibiliza 40 vagas noturnas e as inscrições podem ser feitas pelo site: www.unibrasil.com.br ou pelo telefone (41) 3361-4242 begin_of_the_skype_highlighting (41) 3361-4242 end_of_the_skype_highlighting. O candidato pode também optar pelo vestibular agendado.
Grade curricular: http://www.unibrasil.com.br/detalhe_categoria.asp?id=256

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Venha nos encontrar no Colégio Santa Maria

Olá pessoal!

Neste sábado, dia 26, estaremos na feira de profissões do Colégio Santa Maria das 8h às 17h.  Se quiser saber mais sobre o curso, os estágios e a profissão, nos procure no stand da Unibrasil e lá vamos estrear nossa nova logo!




segunda-feira, 14 de maio de 2012

Relações Públicas, muito além de eventos

Por: Bruna Ceccato e Luana Rissato (alunas do 3° período de RP)


Quando entramos na faculdade, tínhamos uma percepção da profissão: que o Relações Públicas somente organizavam eventos. Após o decorrer do curso, passamos a ter outra visão, descobrimos que abrange também outras áreas de atuação, possibilitando assim, um grande leque de oportunidades no mercado de trabalho.
Assessoria de imprensa, cerimoniais e protocolos, marketing, comunicação interna, pesquisas de opinião pública, de mercado, e planejamento de projetos, são apenas algumas áreas de atuação desse universo.

O RP, como é chamado, tem a responsabilidade de traçar as estratégias que vão nortear todas as ações de comunicação da empresa, desde a realização de eventos até a publicidade de massa, veiculada em rádio, TV, internet e jornais. O objetivo é firmar a marca, a identidade que uma corporação terá diante do público. Por público, não entenda apenas os clientes da empresa. Quem trabalha com Relações Públicas tem de se preocupar também com o público interno, ou seja, com os funcionários. Como por exemplo; se acontece algum desastre aéreo, o RP deve trabalhar firme com o assessor de imprensa, para dar acesso a informações precisas à imprensa. Sem que haja controvérsias dentro da própria empresa.

Visitando o site www.mundorp.com.br, encontramos vários segmentos da profissão, e para que você possa entender melhor, abaixo segue algumas das funções do RP: pesquisa, assessoria e consultoria,planejamento, execução e avaliação.


I - Pesquisa
  • Promover pesquisas de opinião pública e de audiência.
  • Analisar resultados e Diagnosticar.
  • Definir os públicos estratégicos da empresa.
  • Detectar situações que possam afetar a imagem junto à opinião pública.

II - Assessoria e Consultoria

  • Sugerir políticas de Relações Públicas para a organização.
  • Sugerir políticas de Propaganda Institucional e Apoio ao Marketing.
  • Sugerir atitudes ou mudanças de atitudes no tratamento com os setores da opinião pública.

III - Planejamento

  • Elaborar Planejamento Estratégico de Comunicação para a organização.
  • Elaborar planos, campanhas e operações de Relações Públicas.
  • Planejar Campanhas Institucionais.
IV - Execução

1. Comunicação entre empresa e públicos estratégicos
Implantar e coordenar as ações definidas no Planejamento Estratégico e conduzir os trabalhos de modo a conscientizar, primeiro, todos os níveis da organização buscando o envolvimento e o engajamento no processo de comunicação e de formação de imagem e, em segundo, definir projetos de comunicação dirigida aos públicos estratégicos da empresa a fim de informá-los corretamente das atividades da organização e obter deles aceitação e boa vontade perante a empresa.

2. Ações de Comunicação Dirigida
Elaborar publicações da empresa para funcionários, clientes, fornecedores, etc. (House Organ e Newsletter, Folhetos, Relatórios);
Desenvolver modos de comunicação por meios audio-visuais e eletrônicos e de informática - internet e intranet;
Elaborar campanhas de informação, conscientização e institucionais;
Organizar congressos, conferências, simpósios, etc;
Elaborar quadros de aviso, exposição, mostras, etc;
Organizar e dirigir visitas às instalações, viagens, etc;
Redigir discursos, correspondências e atender consultas e pedidos;
Manter contatos pessoais e por outros meios com líderes de opinião, empresários, autoridades, etc;
Supervisionar coberturas fotográficas, vídeos.

3. Eventos e Promoções Especiais
Organizar eventos e encontros empresariais, que tenham caráter informativo para construir imagem como inaugurações, comemorações;
Dirigir cerimonial e representar a empresa e sua direção;
Manter cadastro de líderes de opinião de interesse da empresa.

4. Gerência de Assuntos Públicos
Acompanhar assuntos de interesse público afetos à empresa;
Organizar e coordenar grupos de trabalho específicos por assunto;
Coordenar a execução das atividades sugeridas por esses grupos.

5. Divulgação para a imprensa
Organizar e manter atualizado cadastro de jornalistas;
Manter contatos permanentes com a Imprensa;
Elaborar e distribuir noticiário e organizar e dirigir entrevistas.
Organizar e manter atualizados arquivos de áudio, foto e imagem.

V - Avaliação


Avaliar, com técnicas de pesquisa e análise, os resultados dos trabalhos de Relações Públicas desenvolvidos.


             http://www.universitario.com.br 

domingo, 13 de maio de 2012

Conhecendo a história das Relações Públicas

Por: Alyne Nunes e Faria e Marcélia Martins

A profissão Relações Públicas começou nos EUA, com o reconhecimento da importância da opinião pública para a manutenção ou fortalecimento das atividades. No final do século XIX e início do século XX, marcaram o aparecimento dos monopólios nos EUA, como: William Vanderbil que era dono das estradas de ferro, John D. Rockfeller no setor petrolífico e J.P. Morgan, do sistema bancário. Vanderbil, desativou uma linha férrea que ia de New York a Chicago, sem se importar pelo interesse da sociedade pela manutenção. Questionado pela sua indiferença disse: “The public be damned” (“O público que se dane”). Essa famosa expressão da declaração de Vanderbil foi negativa para a opinião pública, então ele tentou desmentir a entrevista, entretanto, a opinião pública começou a ficar desfavorável ao poderio e as praticas dos grandes monopólios.
Problemas como o acúmulo de riquezas de forma desigual, a exploração da mão-de-obra, a concorrência comercial desleal e a influência política da classe econômica, geraram um clima de insatisfação no país que desencadeou movimentos de contestação. Levando os donos dos monopólios a assumirem novas políticas sociais, comunicacionais e administrativas para reverter a situação. O crescimento da onda de protestos obrigou o governo norte-americano a tomar algumas medidas legais e propor ao Congresso leis contra os monopólios e cartéis.
Os empresários sentiram, então, necessidade de vir a público para tentar explicar suas atividades, por intermédio de advogados e jornalistas. Foi quando John D. Rockefeller Jr. contratou os serviços de Ivy Lee, um antigo jornalista nova-iorquino, que não se limitou apenas no campo da comunicação, através da assessoria de imprensa, mas realizou projetos no campo social e sugeriu mudanças no comportamento pessoal do empresário que foi acusado de mandar atirar contra trabalhadores na greve da Colorado Fuel and Iron Co. Para melhorar a imagem pública do empresário, foram fundadas organizações filantrópicas, centros de pesquisa, universidades, hospitais, museus, concedeu bolsas de estudo em nome dos Rockfeller e dispensou os agentes de segurança pessoais do empresário que se preocupava com a política discriminatória do mundo dos negócios. Ivy Lee desenvolvia um trabalho que ia além da propaganda e da divulgação, ele elaborava estratégias de relacionamento e comunicação para persuadir a opinião pública a posicionar-se a favor destas corporações.

Muitas outras providências foram tomadas, todas procurando humanizar a corporação aos olhos do povo. Lee foi o primeiro a colocar em prática os princípios e as técnicas de Relações Públicas. As desigualdades sociais, a propagação dos ideais comunistas, o fortalecimento dos sindicatos, o aparecimento dos conflitos entre a classe trabalhadora e as indústrias, os movimentos literários de contestação, as atitudes públicas dos grandes capitalistas e as novas relações trabalhistas caracterizam o cenário de surgimento da profissão Relações Públicas nos EUA.
Segundo o Portal RP, houve outros que se destacaram no mundo empresrarial, com os mesmos princípios de Relações públicas, como: George Michaelis, James Ellsworth, Pendlenton Dudley e George Creel. Este último, também jornalista, foi convidado pelo presidente Wilson para organizar a "United Public Information Office", que funcionou como um dos primeiros serviços de Relações Públicas no âmbito governamental.
Os homens que trabalharam com George Creel (Carl Byoir, Edward Bernays, Harvey O’Higgins, John Price Jones e outros) levaram sua experiência e conhecimentos técnicos para as empresas privadas. Edward Bernays publicava seu livro "Crystallizing Public Opinion" (1923), que pode ser considerado como a primeira obra sobre Relações Públicas. Pode-se dizer, igualmente, que Bernays foi o primeiro professor de Relações Públicas, no meio universitário, quando lecionou naquele ano Relações Públicas na Universidade de Nova Iorque.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Estágio, porta de entrada para o mercado profissional

“Devemos entender que antes de trabalharmos para alguém ou instituição, trabalhamos para nós mesmos.” Adriane Leopardo Gonçalves

No primeiro semestre de 2010 eu fazia estágio na Interage – Agência Experimental de Propaganda da UNIBRASIL. Lá eu era Atendimento. Através da agência conheci um cliente, Eliezer Gomes da Silva, promotor de Justiça do Ministério Público do Paraná, também professor do curso de Direito da UNIBRASIL.
O professor recorreu à Interage buscando alternativas para o problema de comunicação da Subprocuradoria em que atuava, na época a SUBPLAN. Após pegar o briefing com o cliente, identifiquei que se tratava de problema de comunicação interna e o questionei se havia um profissional de relações públicas na instituição. Eliezer comentou que não havia profissionais da área especificamente naquela Subprocuradoria e que havia gostado da ideia de contratar um. Em menos de 15 dias, foi aberto um edital de teste seletivo para uma vaga de estágio em relações públicas no MP-PR. Paralelamente, em agosto de 2010, foi contratado o primeiro profissional de relações públicas do MP-PR para atuar na Assessoria de Comunicação. Em sua história, a organização jamais havia contado com este promotor e protetor de imagem institucional: o relações públicas.
Realizei duas etapas de seleção, prova e apresentação de plano de comunicação, e fui aprovada para o estágio. Trabalho no MP-PR desde outubro de 2010.
Despedi-me da Interage para ir trabalhar no MP-PR. Inicialmente eu dava suporte de comunicação à SUBPLAN, mas logo a Assessoria de Comunicação da instituição percebeu que seria mais adequado eu fazer parte de sua equipe e, juntos, atendermos também às demandas da SUBPLAN. A instituição me proporciona, dia a dia, um aprendizado imenso. Primeiro, porque é um desafio implantar ações nunca utilizadas numa organização tão tradicional, séria e importante ao Estado, como é o MP-PR. Segundo, porque cultivar uma mudança cultural requer esforços diários e constantes, que exigem muito estudo, cautela e estratégia. Junto com a minha coordenadora, Vanessa Klas, elaboro projetos, organizo eventos e penso em canais de comunicação que possam integrar o público interno e traduzir informações de grande nível técnico aos servidores, de maneira fácil, objetiva e acessível. Meu estágio termina em outubro de 2012 e eu sairei de lá com uma grande bagagem para a vida e para o mercado de trabalho.

Adriane Leopardo Gonçalves
aluna do 7° período de RP - Unibrasil
Estagiária de relações públicas
Assessoria de Comunicação
Ministério Público do Estado do Paraná

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Relações Públicas e a atuação no Mercado Cultural

Por: Ivan Gomes Barbosa (Centro Universitário Santana - São Paulo)



Podem existir inúmeras interpretações para a atuação do profissional de Relações Públicas, alguns autores defendem que a profissão é restrita à comunicação empresarial, outros, como JB Pinho, partem para o lado da gestão de relacionamentos e contatos e muitos comentam que o profissional de Relações Públicas é o mais indicado para a gestão da comunicação nas organizações. Porém não é frequente a indagação em torno da atuação dos relações públicas no mercado cultural.

Muitas são as frentes para a atuação no mercado cultural, são elas: a produção de eventos; criação de projetos; gestão da comunicação; assessoria de imprensa e divulgação; captação de recursos; além das áreas de patrocínios empresariais, estas que normalmente são divididas em patrocínios via leis de incentivo fiscal e em patrocínios via verba de Marketing ou “dinheiro bom”, jargão usado por profissionais da área.

Quando começamos a pensar novas possibilidades de trabalho, automaticamente pensamos na velha e boa remuneração. Porém neste mercado não há muito o que reclamar, um exemplo que pode servir é o do captador de recursos empreendedor ou produtor executivo, que possui, garantido por lei, como é o caso da Lei do Audiovisual, 10% do valor captado como remuneração. Para quem acha pouco vale ressaltar que o orçamento médio da produção de um filme no Brasil é de 2 milhões de reais, será que o retorno de 200 mil por trabalho está dentro dos padrões?

Por outro lado, o trabalho no campo cultural exige muito estudo, dedicação e atualização contínua, pois está ligado aos três setores da economia. Muitas vezes instituições do Terceiro setor criam projetos, aprovam os mesmos nas leis de incentivo no Setor Governamental e procuram captar recursos no Setor Privado. Para isso é necessário ter conhecimento profundo nas três áreas citadas.

Por fim, como um profissional de Relações Públicas deve se preparar para atuar no mercado cultural? Existem opções de cursos voltados para este mercado? o profissional de Relações Públicas possui conhecimento adequado para a atuação no campo da cultura? Opinem,   comentem e compartilhem a discussão!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Curso de Extensão: Eventos

Nos dias 16, 23 e 30 de junho acontecerá o curso de extensão Produção, Organização e Gestão de Eventos com o organizador/produtor do Lupaluna, Jonathan Zanon Linhares (GRPcom).






Programação:

1º. MÓDULO – CONCEITOS
Importância dos eventos;
tipos de eventos;
Produção de eventos
Gestão de eventos


2º. MÓDULO – FASES DO EVENTO
Pré-evento, evento e Pós-evento
Disposições legais para o acontecimento de um evento;
Contratos, cláusulas e pagamentos;
Supervisão logística, administrativa, jurídica, financeira, comunicação e cerimonial;
Captação de eventos: patrocinadores e público;
Atividade: Identificação de público-alvo de acordo com evento

3º. MÓDULO – CASES E TENDÊNCIAS
Atividade: Projeto - produção de um evento      
Apresentação de cases;
Tendências em eventos.


Mais informações: www.unibrasil.com.br
Inscrições: Coordenação da Pós-graduação (bloco 1)
realização: coordenação de Relações Públicas (rp@unibrasil.com.br)

terça-feira, 8 de maio de 2012


Relações públicas, publicidade ou jornalismo, qual área você se identifica mais? 
Por: Priscila, Giovana e Jociane (3° período de RP)

É fácil confundir o papel das áreas de comunicação. O RP é responsável pela assessoria? Mas este não é papel dos jornalistas? O RP pode promover campanhas internas, mas não é do publicitário esta função?


Estamos aqui para tentar esclarecer um pouquinho, o que de fato diferencia o Relações Públicas dos demais profissionais de comunicação.


Convidamos os coordenadores do curso de Relações Públicas, Jornalismo e Publicidade e Propaganda da UNIBRASIL para nos mostrar a diferença que existe no mercado de trabalho e na atuação profissional.


“Em relação ao Jornalismo, espera-se que o profissional atue em nome da divulgação de informações de interesse público, desassociando-se da visão de quaisquer grupos ou empresas. Ao contrário do relações públicas, que se preocupa com a comunicação institucional interna das empresas e monitora suas estratégias para a visibilidade externa, o jornalista deve prestar contas de seu trabalho diretamente à sociedade - ainda que jamais deixe de atender os interesses da linha editorial da empresa para a qual trabalha. Os profissionais de Publicidade e Propaganda e Relações Públicas costumam ter como função a mediação e consolidação das imagens dos grupos aos quais estão vinculados, e os de Jornalismo buscam (idealmente) concretizar uma produção independente, visando o bem comum, a partir das informações divulgadas em seu trabalho. Obviamente, estamos em um momento de onipresença dos sistemas midiáticos, o que acarreta em constantes intercâmbios nas atuações de todos esses profissionais.” Profª Maura Martins – Coordenadora do curso de Jornalismo UNIBRASIL.





"Embora a Comunicação Social busque a integração, onde as atividades estão cada vez mais alinhadas, é importante identificar as peculiaridades das principais áreas, especialmente da Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Jornalismo.
Nesse sentido, vale salientar que a Publicidade e Propaganda apresenta-se como a área que possui como principais focos a criação, planejamento e veiculação de campanhas publicitárias. Além de todas as atividades que envolvem este processo, uma das características marcantes diz respeito à escolha dos meios a serem utilizados e a contratação dos veículos. Um dos diferencias da atividade publicitária diz respeito à compra de espaços para veiculação das mensagens, diferentemente de RP e Jornalismo.
Como dito anteriormente, entretanto, cada vez mais espera-se que os profissionais da Comunicação tenham visão ampla, dominem variadas habilidades e estejam preparados para um mercado em constante evolução. A excelência em uma especialidade, evidentemente, é o diferencial".
Profº Ney Azevedo – Coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da UNIBRASIL.






“O relacionamento com os públicos de interesse e a imagem são os focos da profissão de Relações Públicas. As várias áreas que o profissional pode atuar é o que difere das outras habilitações de comunicação, a Publicidade e o Jornalismo. A comunicação interna, a comunicação institucional, planejamento de eventos e gerenciamento de crises são exemplos de atividades dessa profissão tão abrangente. Um campo interessante para o RP, hoje, é a responsabilidade social, além disso, o gerenciamento de redes sociais tem atraído muitos profissionais a ir para essa área.


Ao contrário de RP, Publicidade atua mais com a comunicação externa e mercadológica enquanto o jornalismo trabalha com a divulgação de informações, campos de atuação diferentes específicos de cada curso”. Profª Carolina Pineli – Coordenadora do curso de Relações Públicas UNIBRASIL.






Esperamos ter esclarecido algumas dúvidas sobre a área de comunicação. Os cursos de comunicação, mesmo que semelhantes desempenham diferentes papéis no mercado de trabalho. Eles se complementam em diversos momentos, cada qual com sua característica e seu objetivo.


Até a próxima!