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terça-feira, 1 de abril de 2014

+RP começa hoje na Unibrasil

O que acontece quando juntamos 4 grandes profissionais da comunicação e vários alunos de relações públicas em um único evento? Muita troca de informação, novidades do mercado e troca de experiências. É assim que vai ser o +RP, evento organizado pelos alunos do 3° período de Relações Públicas da Unibrasil. 
No primeiro dia, o tema é Eventos, Cerimonial e Protocolo, para isso, convidamos as relações públicas Flávia Chu (Amigos do HC) e Nicolle Rodrigues (UFPR) para um bate-papo com os acadêmicos. Já na quarta-feira, dois temas importantes para a comunicação serão abordados: Media Training, que será apresentado pela jornalista Adriane Werner, e Comunicação Interna, pelo Marcelo Schena, da Case New Holland.

A entrada é aberta a todos que têm vontade de conhecer um pouco mais sobre a profissão de relações públicas!



Serviço:
+RP
Quando? - 01 e 02 de abril, às 19h
Onde? - Auditório do bloco 5 - Unibrasil
Como? - Entrada franca

quinta-feira, 14 de março de 2013

Marcelo Schena, relações públicas com experiência em Comunicação Interna , fala da importância do estágio para a carreira de um profissional


Já trouxemos várias matérias falando da importância e citando exemplos de universitários que estão no mercado de trabalho através de estágio. Hoje apresentamos a entrevista com Marcelo Schena a dar seu testemunho de como foi seu estágio, ele ainda dá algumas dicas de como devemos nos comportar na fase do estágio.

Blog RP:Como foi sua escolha pelo curso, e onde cursou RP?

Marcelo Schena: Acho que sempre gostei de conversar, desde pequeno. Não que tenha sido um bebê chorão, mas comunicar é algo que trago desde muito novo. Além disso, sou curioso, gosto dos porquês. Assim, fui crescendo e quando chegou a hora de escolher, pensava em trabalhar com comunicação. Namorei o jornalismo, por achar bacana trazer uma verdade, depois pela publicidade, pelo ego de criar e vender, mas casei com as relações públicas, por aliar o informar, do jornalista, com o formar do publicitário, e atingir outro nível de comunicação: o transformar. Transformar pessoas, projetos, culturas, empresas. Vejo RP, dentro de uma empresa como uma ferramenta de gestão.
Ah, estudei RP na UFPR.

Blog RP: Qual a importância que você vê em um estudante de comunicação fazer estágio?

Marcelo Schena: Não só para o RP, mas para todo acadêmico fazer estágio é essencial, na medida que o aproxima do seu campo de atuação. A academia traz a base teórica, que por vezes não reflete a necessidade do mercado. Por isso, é importante ir a campo. Entender como as atividades são realizadas, porque dá certo ou não, quais são as diferentes funções da área. O estágio é a chance de você experimentar, de descobrir a profissão e se descobrir dentro dela.
Mais ainda, o estágio é a via de acesso direta para o mercado. É a primeira linha do seu currículo. Ao final do curso todos estão formados, e o que mais você oferece?
Outro ponto é que no estágio o futuro profissional já começa a construir a sua rede de relacionamentos, desta forma, vale ficar atento para a reputação que você está gerando desde esse momento. Muitos dos meus contatos pessoais e profissionais que tenho hoje foram feitos no período de estágio.

Blog RP: Quando universitário, você participou de algum estágio? Se sim, em qual área você estagiou e qual a importância que teve para sua carreira?

Marcelo Schena: Desde o primeiro ano busquei estágio, tinha uma vontade muito grande de entender o que faz o RP. Inicialmente o que consegui foi uma monitoria na Agência Experimental de RP da UFPR. Neste período fiz um trabalho que me permitiu saber mais sobre a profissão, tive que cadastrar todos os relatórios de conclusão de curso de RP até aquele momento. Como não havia classificação alguma, tive que ler e criar categorias: RP hospitalar, RP institucional, assessoria de imprensa, pesquisa de comunicação, implantação de certificação, veículos internos... Foi algo trabalhoso, na época não percebi, mas hoje vejo o quanto foi importante para eu me achar na profissão.
No segundo ano fiz estágio em uma empresa de clipping eletrônico, lia até 18 jornais por madrugada. Na época serviu para estar mais perto do mercado, mas que a médio e longo prazo não agregou muito. Aqui vale outra reflexão: mais do que estar fazendo estágio, vale procurar um ambiente que acrescente algo para você como profissional.

Existem estágios que limitam e outros que permitem evolução. É certo que você como estagiário não fará um plano de comunicação, mas pode, mesmo fazendo atividades operacionais estar próximo de um profissional que esteja fazendo isso.

Por fim entrei em uma agência de RP mesmo e nesta caminhada encontrei um lugar que me permitiu testar e desenvolver as minhas potencialidades, como a agência era pequena comecei a escrever, diagramar, trabalhar em eventos, assessoria de imprensa, visita à fábrica... Mas lembro que comecei passando fax, algo que nem existe hoje (rs). O bom que pude perceber que mesmo sendo algo simples era relevante para a empresa e estava dentro de um contexto maior.
Nesta empresa fiquei dois anos como estagiário, com a promessa, que se cumpriu, de ser contratado ao me formar.  

Blog RP: E para aqueles que estão em busca do estágio, ou já ingressaram, você tem alguma dica de como se comportar no estágio?

Marcelo Schena: Já fui estagiário, tive e tenho estagiários no meu processo de trabalho. A dica que posso dar é ser curioso, pró ativo, educado (não é brincadeira) e não gostar de ficar parado. Se está com poucas atividades, pergunte se tem algo que possa fazer para ajudar. Além de demostrar interesse, reforça comprometimento. Ser observador e saber ouvir ajuda, afinal, um dos ganhos do estágio é estar próximo de profissionais mais experientes, assim você pode espelhar as suas atitudes. Perceba que o que indiquei são características comportamentais, não minha opinião é isso que mais conta em um estágio. Profissionalmente somos avaliados essencialmente em duas esferas: comportamental e técnica. No estágio o que se espera são características positivas comportamentais, já que a técnica é algo que ela vai adquirir. Então se você não sabe, não tenha medo de fazer estágio, tenha atitude.


Jociane Richter, 5° período - Relações Públicas

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Diferencial: Publicitários que cursam Relações Públicas

Se você pretende ser um profissional disputado no mercado de trabalho é importante ter um diferencial, o curso de Relações Públicas é uma ótima opção para você que já é graduado. Entrevistamos dois publicitários formados recentemente, que optaram em fazer uma nova graduação como complementação e o curso escolhido por eles foi o de Relações Públicas – Unibrasil. Na entrevista abaixo Robson conta mais sobre essa decisão e destacam a importância do curso e amanhã traremos a entrevista com o Luiz Felipe.

Nome: Robson Kotarski Lara
Formação: Publicidade e Propaganda
Área de atuação: Assistente de Criação/Comunicação


1. Por que escolheu fazer Relações Públicas?
Escolhi RP por ser o curso que mais se assemelha com a Publicidade que é a minha formação original. Mas escolhi porque busco ser um profissional de comunicação mais completo, e claro, obter um diferencial no mercado. Hoje o RP está com o mercado em ascensão, o que me interessou ainda mais a procurar o curso, e assim brigar mais forte dentro do mercado de publicidade que está mais saturado. E quando eu for para a especialização, me ajudará a funilar os dois campos de atuação (Publicidade e Propaganda e Relações Públicas).
2. Quais matérias diferenciam RP do curso de Publicidade e Propaganda?
As matérias mais voltadas para a gestão acho que é o grande diferencial, sendo elas de assessoria, projetos ou eventos. O curso de RP me traz esse diferencial pelo planejamento, por gerenciar e fidelizar, diferente da publicidade que gira em torno de apresentar um conceito que venda ao seu público-alvo.
3. Quais os benefícios de fazer RP?
Me traz como benefício, poder prever mudanças ambientais e reagir rapidamente, obter objetivos mais claros e definidos, melhor coordenação dos esforços, melhor avaliação do desempenho e melhor desenvolvimento do planejamento estratégico.
4. Pretendem fazer alguma outra graduação?
Não, após a conclusão de mais essa graduação irei para a especialização, que será de Marketing Digital ou Gestão de Projetos, estou em dúvida quanto a qual pós-graduação cursar primeiro (risos).
5. Por que investir em outra graduação, ao invés de investir em uma pós-graduação?
Vale a pena investir em outra graduação principalmente por que as coisas mudam rapidamente e as vezes é primordial uma atualização para você entrar na pós graduação e mesmo no mercado de trabalho com mais confiança. E demais cursos ampliam horizontes para a profissão em si, para a carreira. Não é só questão de ganhar mais dinheiro, ter título, pensar se o RH vai olhar no meu currículo e ver se eu fiz, ou não, duas graduações ou pós, mas vale mesmo o conhecimento verdadeiro adquirido, isso ninguém tira da gente.
6. Se vocês tivessem a oportunidade de voltar ao tempo, fariam Relações Públicas ao invés de Publicidade e Propaganda?
No meu caso não, eu faria tudo de novo do jeito que está sendo (risos). Publicidade e Propaganda é uma paixão desde a adolescência, foi a profissão que eu escolhi. RP já foi algo que me cativou depois, pois me agrada a forma que é abordada a profissão, vejo o curso de RP como aquele detalhe que faz toda a diferença.
7. Em que área pretende atuar quando concluírem o curso?
Pretendo atuar nas áreas de gerenciamento de projetos, social media, algo mais voltado para o marketing digital.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Relações Públicas no Terceiro Setor

Por: Gustavo Heinzen

 


A área de eventos, de assessor de imprensa e de gestão de mídias sociais são as áreas mais lembradas. Mas um espaço de atuação está se tornando uma grande oportunidade para o profissional de RP, trabalhar com o terceiro setor.
        
          O terceiro setor, segundo Rubem Fernandes (teórico brasileiro) no livro O Terceiro Setor na América Latina (1994), “é o termo que vem sendo utilizado para designar o conjunto de iniciativas provenientes da sociedade, voltado à produção de bens públicos, como, por exemplo, a conscientização para os direitos da cidadania e a prevenção de doenças transmissíveis, sendo um setor voluntário e não lucrativo”.

          A função do comunicador no terceiro setor pode ser exercida em uma organização não governamental (ONG) ou em empresas privadas.

         Nas ONGs, o Relações Públicas tem a tarefa de desenvolver planos de comunicação para angariar recursos e capital, conseguir parceiros e patrocinadores, e divulgar essas ações para que tenha reconhecimento e incentive outras instituições. Vale frisar que, ao contrário do senso comum, atuar nesse meio filantrópico não significa trabalhar de graça.
       
          Em empresas privadas, o RP será designado para coordenar ações direcionadas a responsabilidade social. A empresa é considerada um elemento da sociedade, portanto tem os mesmos deveres morais que um cidadão. Além disso, é importante que a empresa tenha uma boa imagem perante seus consumidores, parceiros e sociedade em geral.

           Andrés Falconer, coordenador de projetos do Terceiro Setor da Universidade de São Paulo (USP) diz em sua dissertação de mestrado em Administração, A Promessa do Terceiro Setor: Um Estudo sobre a Construção do Papel das Organizações Sem Fins Lucrativos e do seu Campo de Gestão (1999) que “não se trata exclusivamente de filantropia, no sentido de caridade desinteressada, mas de investimento estratégico: um comportamento de aparência altruísta, como a doação a uma organização sem fins lucrativos, que atendo também a interesses (mesmo que indiretos) da empresa, como a contribuição à formação de uma imagem institucional positiva ou o fortalecimento de mercados consumidores futuros”.

           Como se pode ver, é possível trabalhar para construir uma carreira e fazer o bem para a sociedade ao mesmo tempo. Quem tiver interesse, procure uma empresa que tenha uma área de responsabilidade social para atuar. Caso queira atua em alguma ONG, procure as que precisam de ajuda. Neste último, é indicado que comece por trabalhos voluntários para ganhar experiência e confiança, e posteriormente, pensar como um emprego.


Querem conhecer um belo exemplo do Terceiro Setor? Acesse: http://www.youtube.com/watch?v=z09OpF2Buws

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Falta pouco para o curso de Eventos, não perca a oportunidade!

Olá!

Agora em junho, o curso de RP da Unibrasil vai ofertar o curso de extensão "Produção, Organização e Gestão de Eventos" com o produtor do Lupaluna, Jonathan Linhares.

As aulas acontecerão durante 3 sábados: 16, 23 e 30.

Vale à pena conferir! Nesse curso, Jonathan Linhares vai apresentar as novas tendências dos eventos e explicar como foi a produção do Lupaluna, maior festival de música do Paraná!

Você pode fazer sua inscrição na coordenação da Pós-graduação da Unibrasil (Bloco 1) e parcelar em até 3 vezes ;)

terça-feira, 29 de maio de 2012

UniBrasil foi o local do lançamento do livro “Direito, Informação e Cultura - O desenvolvimento social a partir de uma linguagem democrática”

autores do livro

Por: Bianca Silva e Gustavo Heinzen.
Fotos: Claudia Mathias

Na última segunda-feira (28), aconteceu o lançamento do livro “Direito, Informação e Cultura – O desenvolvimento social a partir de uma linguagem democrática”, organizado pelos professores Emerson Gabardo e Maria Cecília Munhoz Affornalli, no Auditório Rene Dotti, da UniBrasil.
O livro é a reunião de artigos de vários autores que participaram do simpósio “Comunicação, cultura de massas, globalização e direito”, do II Congresso Ciências, Tecnologias e Culturas promovido pela Universidade de Santiago de Chile, em 2010.

Segundo uma das autoras e organizadoras do evento, a professora Luciene Pazinato da Silva, o livro tem como objetivo mostrar a comunicação e as leis lado a lado. “O livro provoca uma reflexão das produções a respeito das mídias digitais, televisão e outros meios de comunicação, abordando áreas como a liberdade de expressão, direito à informação, cultura e comunicação, publicidade e o abuso do poder político, tudo em torno das questões do limite do direito e a comunicação”, explica.

Juntamente com o lançamento, ocorreu a palestra de uma das autoras do livro, a doutora em Direito do Estado pela UFPR e professora de Direito Constitucional da Universidade Federal do Paraná e do Programa de Mestrado em Direito da UniBrasil, Eneida Desireé Salgado. O artigo “Princípio da Publicidade e os Abusos de Poder Político e Econômico na Democracia Contemporânea” que ela escreveu para o livro também foi tema de sua palestra. A autora abordou vários aspectos da atualidade, como os políticos usam a publicidade institucional na época de eleição e a liberdade de expressão nas mídias. “O governante do momento quer ser o governante do futuro, acabando por usar, através do abuso de poder, a publicidade institucional para fins eleitorais, por isso colocamos em discussão os limites desse tipo de publicidade” explica a autora.

No final da palestra houve uma sessão de autógrafos para o livro, que estava sendo vendido no local.

                      alunos do 3° período - equipe da organização do evento

                                      

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Relações Públicas no vestibular de inverno da Unibrasil

Por: Priscila Razzotto


A Unibrasil abrirá vagas no vestibular de inverno para o curso de Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas. As inscrições já estão abertas e se encerram no dia 1º de junho. As provas acontecerão no dia 03 de junho e os candidatos aprovados ingressarão no curso no segundo semestre deste ano.

O curso oferece uma grade diversificada  aulas práticas e teóricas com o objetivo de formar um profissional pronto para atuar no mercado de trabalho. Dentre as áreas, o Relações Públicas pode atuar não só na organização de eventos, mas na assessoria de imprensa, comunicação interna e externa, campanhas institucionais, responsabilidade social, mídia training, gerenciamento de crise e planejamento estratégico da organização.

A instituição disponibiliza 40 vagas noturnas e as inscrições podem ser feitas pelo site: www.unibrasil.com.br ou pelo telefone (41) 3361-4242 begin_of_the_skype_highlighting (41) 3361-4242 end_of_the_skype_highlighting. O candidato pode também optar pelo vestibular agendado.
Grade curricular: http://www.unibrasil.com.br/detalhe_categoria.asp?id=256

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Venha nos encontrar no Colégio Santa Maria

Olá pessoal!

Neste sábado, dia 26, estaremos na feira de profissões do Colégio Santa Maria das 8h às 17h.  Se quiser saber mais sobre o curso, os estágios e a profissão, nos procure no stand da Unibrasil e lá vamos estrear nossa nova logo!




segunda-feira, 21 de maio de 2012

Clipping: Monitoramento de Informações

Por Gustavo  Heinzen


Uma das tarefas do RP é monitorar as informações do lugar ou para quem ele trabalha. Esse processo de acompanhamento de informação é o clipping.

O clipping é uma forma de verificar e registrar tudo que sai na mídia sobre uma empresa, marca ou pessoa. Geralmente esse trabalho fica a cargo do relações públicas, pois ele é quem tem o dever de cuidar da imagem do seu cliente ou sua organização.

Antes do boom da internet, o clipping era retirado de revistas e jornais, com o processo sendo basicamente copiar e colar. Matérias de áudio visual com o rádio e televisão também são monitoradas, pois o impacto causado, tanto positivo quanto negativo, é enorme.


Com o crescimento das informações produzidas em portais da web, foi necessário que a assessoria de imprensa tivesse uma atenção especial ao que é publicado na internet. Para essa espécie de clipping, foi criado o termo e-clipping.

O e-clipping, ou clipping eletrônico, é a forma digital do clipping. O profissional que ficar responsável por essa área, além de ler os jornais, revistas assistir televisão e ouvir rádio, agora tem que estar atento ao que é publicado em todos os portais da web e aos sites de redes sociais, onde ocorre muita exposição de opinião por parte do público.

O clipping tem que ser feito a partir de uma estratégia de comunicação, não apenas o arquivamento de tudo que é produzido. Com a clipagem (termo trazido para o português sendo o ato de fazer o clipping), é necessário analisar o que foi falado, em que horário foi publicado e qual foi o seu destaque. É parte essencial para um eventual plano de ação para erguer a imagem de uma instituição ou pessoa pública, sendo essa a tarefa de um Relações Públicas.

A importância dessa atividade é tão grande que já tem empresas especializadas a mais de 20 anos no mercado como a RTTV Clipping e o Armazém Digital. Essas duas empresas têm em suas carteiras, clientes de variados setores como confederações de esportes, políticos e personalidades.

Por fim, é possível destacar que o clipping é muito importante para os planos de comunicação e monitoramento de imagem de uma empresa ou pessoa pública. Dentro de uma assessoria de imprensa ou em uma empresa especializada no assunto, o RP pode ser o profissional indicado para atuar.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Estágio na VOLVO, um sonho de vários estudantes realizado por duas alunas do curso

O estágio é o primeiro contato que o aluno tem com o mercado de trabalho. Em alguns cursos ele é obrigatório, mas em RP não é, mesmo assim, muitos alunos vão atrás de uma oportunidade para colocar em prática aquilo que é visto na faculdade e estagiar numa grande empresa é o interesse de muitos e poder fazer isso na Volvo pode até ser um sonho, nesse caso, realizado por duas alunas de relações públicas da Unibrasil: Jaqueline e Jociane.


Desde abril de 2011, faço estágio na Volvo do Brasil, na área de Responsabilidade Social e no Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST), pois a segurança é um dos valores fundamentais do Grupo Volvo.
Entre todas as atividades, o Relações Públicas também pode atuar na área de Responsabilidade Socioambiental Corporativa, estabelecendo projetos, mobilizando, sensibilizando e ajudando a organização a gerir os negócios de forma socialmente responsável.
Das principais atividades que desenvolvo, as que mais se adequam com o curso de Relações Públicas são: Suporte nas atividades do processo de patrocínios a projetos culturais e esportivos, apoiando no desenvolvimento e produção de materiais diversos para a divulgação e realização dos programas socioambientais, também auxilio aos eventos e ações de execução dos projetos institucionais, participando na produção do Relatório Socioambiental e outros projetos relacionados a essa conscientização sustentável.
                                                          (Jaqueline Cordeiro - 7° período)



Iniciei o estágio na Volvo do Brasil, em dezembro de 2011, no departamento de comunicação corporativa, especificamente na área de assessoria de imprensa. Minhas atividades, além do apoio na logística das entrevistas coletivas, variam em fazer o clipping diário, atualização de mailing, distribuição de releases e edição de fotos.
O primeiro passo de uma coletiva de imprensa é fazer a lista de jornalistas convidados. Após as confirmações dos jornalistas convidados, entro em contato com eles para combinar os horários de voos, transfer e reserva de hotel. Em seguida, contato a agência de viagens da empresa e repasso a planilha com os horários dos voos para emisão dos bilhetes. E a tarefa de encaminhar as passagens aos jornalistas também é minha.
Paralelamente a estas atividades, também providencio o press kit de impressa, que contém um CD no qual são gravados os releases, as fotos dos executivos e dos produtos relacionados ao tema abordado, caneta, bloco para anotações, o brinde, e pasta onde todos esses ítens serão colocados. Para elaborar o press kit minhas interfaces são o fornecedor dos materiais e o assessor de imprensa, que aprova o material. Além disso, também é minha responsabilidade ficar atenta ao prazo de entrega dos materiais para que possa ser enviado ao evento em tempo.
                                                                (Jociane Richter - 3°período)




                       Jociane e Jaqueline no lançamento do ônibus da Volvo

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Cerimonial: mais uma prática do RP

Em outro post que fizemos essa semana, explicamos que RP vai além dos eventos, porém essa é uma prática comum à profissão, seja trabalhar realmente com a produção de eventos ou organizar um evento na empresa em que atua.
Mas organizar um evento tem mais detalhes do que muitos imaginam, principalmente se ele for solene.
Nosso post de hoje uma uma explicação sobre o cerimonial, texto produzido por duas alunas do curso de RP da Unibrasil: Claudia Mathias e Jheniffer Vaz.
Boa leitura!

O que é cerimonial?

Cerimonial é um conjunto de procedimentos, formalidades, regras e normas a serem seguidas na organização de um evento, cerimônia, festas ou banquetes.

É uma prática ligada diretamente ao profissional de Relações Públicas, mas quando falamos em cerimonial já pensamos imediatamente em um excesso de preocupações com detalhes até mesmo desnecessários, excessos ou até mesmo “frescuras”.

Mas na verdade esse é o estereótipo formado por pessoas que não conhecem realmente o que é esse trabalho, sua importância e abrangência no dia-a-dia dos profissionais de RP.

Um exemplo que podemos usar para facilitar quando recebemos um amigo em nossa casa, é de costume dizer a frase: Não faça Cerimônia, fique a vontade. Isso quer dizer, que a pessoa não precisa se comportar com formalismos, pode agir naturalmente.



Conceitos:

Para desenvolver essa idéia inicial, vale apontar e entender alguns conceitos próprios de cerimonial:

Cerimônia - seqüência de partes que integram um evento ou ato formal;

Solenidade - evento no qual a “pompa” se faz necessária, em função da característica protocolar e mais formal;

 Protocolo - onjunto de preceitos e normas legais que devem ser obedecidas, para dar maior solenidade (“pompa”) possível a determinados eventos ou atos, cuja grande significação convém ser ressaltada e destacada em determinada programação.


Para realização de um evento com sucesso e eficiência, é necessário seguirmos regras impostas por um Cerimonial, esse conjunto de regras é chamado Protocolo, quanto mais importante for o evento, maior deve ser o foco no Protocolo a ser seguido.

É fundamental mencionar a ligação entre Cerimonial, Protocolo e Eventos, e lembrar que o RP atuante nesta área deve dominar as técnicas do cerimonial e as regras de protocolo.

A função do Relações Públicas também observar o evento como um VCDA - Veículo de Comunicação Dirigida Aproximativa e o único a proporcionar a interação e a integração entre a organização e seus públicos, constituindo-se em instrumento fundamental à comunicação integrada da organização.

Um exemplo, uma confraternização com a presença do Presidente da República, é importante que o organizador do evento saiba a linguagem, trajes, normas e costumes a serem seguidos para determinado evento.

Funções do Cerimonial:

Disciplinar: ajustar a prioridade e seguir normas protocolares.
• Organizacional: definir recepção, rituais, gestos, e privilégios, ordenando-os como partes de um evento ou cerimônia.
• Semiológica: antecipar a linguagem formal, internacional e discreta, e as formas de cortesia, de etiqueta social.
• Legislativa: reunir as regras e os costumes, em normas de protocolo, no plano interno e externo.
• Pedagógica e Ética: comunicar e ensinar para transmitir valores, formas de etiqueta e boas maneiras, de acordo com as culturas e civilizações do público do evento, comunidades ou organizações.
• Informal: realizar e comemorar datas e eventos sociais de toda ordem.

 Além de atuar para a construção da imagem positiva e fortalecimento do conceito corporativo, as Relações Públicas também colaboram para os resultados mercadológicos da empresa, e para isso é necessário ter como foco principal a visão tríplice de Cerimonial, Protocolo e Evento.



segunda-feira, 14 de maio de 2012

Relações Públicas, muito além de eventos

Por: Bruna Ceccato e Luana Rissato (alunas do 3° período de RP)


Quando entramos na faculdade, tínhamos uma percepção da profissão: que o Relações Públicas somente organizavam eventos. Após o decorrer do curso, passamos a ter outra visão, descobrimos que abrange também outras áreas de atuação, possibilitando assim, um grande leque de oportunidades no mercado de trabalho.
Assessoria de imprensa, cerimoniais e protocolos, marketing, comunicação interna, pesquisas de opinião pública, de mercado, e planejamento de projetos, são apenas algumas áreas de atuação desse universo.

O RP, como é chamado, tem a responsabilidade de traçar as estratégias que vão nortear todas as ações de comunicação da empresa, desde a realização de eventos até a publicidade de massa, veiculada em rádio, TV, internet e jornais. O objetivo é firmar a marca, a identidade que uma corporação terá diante do público. Por público, não entenda apenas os clientes da empresa. Quem trabalha com Relações Públicas tem de se preocupar também com o público interno, ou seja, com os funcionários. Como por exemplo; se acontece algum desastre aéreo, o RP deve trabalhar firme com o assessor de imprensa, para dar acesso a informações precisas à imprensa. Sem que haja controvérsias dentro da própria empresa.

Visitando o site www.mundorp.com.br, encontramos vários segmentos da profissão, e para que você possa entender melhor, abaixo segue algumas das funções do RP: pesquisa, assessoria e consultoria,planejamento, execução e avaliação.


I - Pesquisa
  • Promover pesquisas de opinião pública e de audiência.
  • Analisar resultados e Diagnosticar.
  • Definir os públicos estratégicos da empresa.
  • Detectar situações que possam afetar a imagem junto à opinião pública.

II - Assessoria e Consultoria

  • Sugerir políticas de Relações Públicas para a organização.
  • Sugerir políticas de Propaganda Institucional e Apoio ao Marketing.
  • Sugerir atitudes ou mudanças de atitudes no tratamento com os setores da opinião pública.

III - Planejamento

  • Elaborar Planejamento Estratégico de Comunicação para a organização.
  • Elaborar planos, campanhas e operações de Relações Públicas.
  • Planejar Campanhas Institucionais.
IV - Execução

1. Comunicação entre empresa e públicos estratégicos
Implantar e coordenar as ações definidas no Planejamento Estratégico e conduzir os trabalhos de modo a conscientizar, primeiro, todos os níveis da organização buscando o envolvimento e o engajamento no processo de comunicação e de formação de imagem e, em segundo, definir projetos de comunicação dirigida aos públicos estratégicos da empresa a fim de informá-los corretamente das atividades da organização e obter deles aceitação e boa vontade perante a empresa.

2. Ações de Comunicação Dirigida
Elaborar publicações da empresa para funcionários, clientes, fornecedores, etc. (House Organ e Newsletter, Folhetos, Relatórios);
Desenvolver modos de comunicação por meios audio-visuais e eletrônicos e de informática - internet e intranet;
Elaborar campanhas de informação, conscientização e institucionais;
Organizar congressos, conferências, simpósios, etc;
Elaborar quadros de aviso, exposição, mostras, etc;
Organizar e dirigir visitas às instalações, viagens, etc;
Redigir discursos, correspondências e atender consultas e pedidos;
Manter contatos pessoais e por outros meios com líderes de opinião, empresários, autoridades, etc;
Supervisionar coberturas fotográficas, vídeos.

3. Eventos e Promoções Especiais
Organizar eventos e encontros empresariais, que tenham caráter informativo para construir imagem como inaugurações, comemorações;
Dirigir cerimonial e representar a empresa e sua direção;
Manter cadastro de líderes de opinião de interesse da empresa.

4. Gerência de Assuntos Públicos
Acompanhar assuntos de interesse público afetos à empresa;
Organizar e coordenar grupos de trabalho específicos por assunto;
Coordenar a execução das atividades sugeridas por esses grupos.

5. Divulgação para a imprensa
Organizar e manter atualizado cadastro de jornalistas;
Manter contatos permanentes com a Imprensa;
Elaborar e distribuir noticiário e organizar e dirigir entrevistas.
Organizar e manter atualizados arquivos de áudio, foto e imagem.

V - Avaliação


Avaliar, com técnicas de pesquisa e análise, os resultados dos trabalhos de Relações Públicas desenvolvidos.


             http://www.universitario.com.br 

domingo, 13 de maio de 2012

Conhecendo a história das Relações Públicas

Por: Alyne Nunes e Faria e Marcélia Martins

A profissão Relações Públicas começou nos EUA, com o reconhecimento da importância da opinião pública para a manutenção ou fortalecimento das atividades. No final do século XIX e início do século XX, marcaram o aparecimento dos monopólios nos EUA, como: William Vanderbil que era dono das estradas de ferro, John D. Rockfeller no setor petrolífico e J.P. Morgan, do sistema bancário. Vanderbil, desativou uma linha férrea que ia de New York a Chicago, sem se importar pelo interesse da sociedade pela manutenção. Questionado pela sua indiferença disse: “The public be damned” (“O público que se dane”). Essa famosa expressão da declaração de Vanderbil foi negativa para a opinião pública, então ele tentou desmentir a entrevista, entretanto, a opinião pública começou a ficar desfavorável ao poderio e as praticas dos grandes monopólios.
Problemas como o acúmulo de riquezas de forma desigual, a exploração da mão-de-obra, a concorrência comercial desleal e a influência política da classe econômica, geraram um clima de insatisfação no país que desencadeou movimentos de contestação. Levando os donos dos monopólios a assumirem novas políticas sociais, comunicacionais e administrativas para reverter a situação. O crescimento da onda de protestos obrigou o governo norte-americano a tomar algumas medidas legais e propor ao Congresso leis contra os monopólios e cartéis.
Os empresários sentiram, então, necessidade de vir a público para tentar explicar suas atividades, por intermédio de advogados e jornalistas. Foi quando John D. Rockefeller Jr. contratou os serviços de Ivy Lee, um antigo jornalista nova-iorquino, que não se limitou apenas no campo da comunicação, através da assessoria de imprensa, mas realizou projetos no campo social e sugeriu mudanças no comportamento pessoal do empresário que foi acusado de mandar atirar contra trabalhadores na greve da Colorado Fuel and Iron Co. Para melhorar a imagem pública do empresário, foram fundadas organizações filantrópicas, centros de pesquisa, universidades, hospitais, museus, concedeu bolsas de estudo em nome dos Rockfeller e dispensou os agentes de segurança pessoais do empresário que se preocupava com a política discriminatória do mundo dos negócios. Ivy Lee desenvolvia um trabalho que ia além da propaganda e da divulgação, ele elaborava estratégias de relacionamento e comunicação para persuadir a opinião pública a posicionar-se a favor destas corporações.

Muitas outras providências foram tomadas, todas procurando humanizar a corporação aos olhos do povo. Lee foi o primeiro a colocar em prática os princípios e as técnicas de Relações Públicas. As desigualdades sociais, a propagação dos ideais comunistas, o fortalecimento dos sindicatos, o aparecimento dos conflitos entre a classe trabalhadora e as indústrias, os movimentos literários de contestação, as atitudes públicas dos grandes capitalistas e as novas relações trabalhistas caracterizam o cenário de surgimento da profissão Relações Públicas nos EUA.
Segundo o Portal RP, houve outros que se destacaram no mundo empresrarial, com os mesmos princípios de Relações públicas, como: George Michaelis, James Ellsworth, Pendlenton Dudley e George Creel. Este último, também jornalista, foi convidado pelo presidente Wilson para organizar a "United Public Information Office", que funcionou como um dos primeiros serviços de Relações Públicas no âmbito governamental.
Os homens que trabalharam com George Creel (Carl Byoir, Edward Bernays, Harvey O’Higgins, John Price Jones e outros) levaram sua experiência e conhecimentos técnicos para as empresas privadas. Edward Bernays publicava seu livro "Crystallizing Public Opinion" (1923), que pode ser considerado como a primeira obra sobre Relações Públicas. Pode-se dizer, igualmente, que Bernays foi o primeiro professor de Relações Públicas, no meio universitário, quando lecionou naquele ano Relações Públicas na Universidade de Nova Iorque.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Estágio, porta de entrada para o mercado profissional

“Devemos entender que antes de trabalharmos para alguém ou instituição, trabalhamos para nós mesmos.” Adriane Leopardo Gonçalves

No primeiro semestre de 2010 eu fazia estágio na Interage – Agência Experimental de Propaganda da UNIBRASIL. Lá eu era Atendimento. Através da agência conheci um cliente, Eliezer Gomes da Silva, promotor de Justiça do Ministério Público do Paraná, também professor do curso de Direito da UNIBRASIL.
O professor recorreu à Interage buscando alternativas para o problema de comunicação da Subprocuradoria em que atuava, na época a SUBPLAN. Após pegar o briefing com o cliente, identifiquei que se tratava de problema de comunicação interna e o questionei se havia um profissional de relações públicas na instituição. Eliezer comentou que não havia profissionais da área especificamente naquela Subprocuradoria e que havia gostado da ideia de contratar um. Em menos de 15 dias, foi aberto um edital de teste seletivo para uma vaga de estágio em relações públicas no MP-PR. Paralelamente, em agosto de 2010, foi contratado o primeiro profissional de relações públicas do MP-PR para atuar na Assessoria de Comunicação. Em sua história, a organização jamais havia contado com este promotor e protetor de imagem institucional: o relações públicas.
Realizei duas etapas de seleção, prova e apresentação de plano de comunicação, e fui aprovada para o estágio. Trabalho no MP-PR desde outubro de 2010.
Despedi-me da Interage para ir trabalhar no MP-PR. Inicialmente eu dava suporte de comunicação à SUBPLAN, mas logo a Assessoria de Comunicação da instituição percebeu que seria mais adequado eu fazer parte de sua equipe e, juntos, atendermos também às demandas da SUBPLAN. A instituição me proporciona, dia a dia, um aprendizado imenso. Primeiro, porque é um desafio implantar ações nunca utilizadas numa organização tão tradicional, séria e importante ao Estado, como é o MP-PR. Segundo, porque cultivar uma mudança cultural requer esforços diários e constantes, que exigem muito estudo, cautela e estratégia. Junto com a minha coordenadora, Vanessa Klas, elaboro projetos, organizo eventos e penso em canais de comunicação que possam integrar o público interno e traduzir informações de grande nível técnico aos servidores, de maneira fácil, objetiva e acessível. Meu estágio termina em outubro de 2012 e eu sairei de lá com uma grande bagagem para a vida e para o mercado de trabalho.

Adriane Leopardo Gonçalves
aluna do 7° período de RP - Unibrasil
Estagiária de relações públicas
Assessoria de Comunicação
Ministério Público do Estado do Paraná